kirki foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/vamosf42/public_html/blog/wp-includes/functions.php on line 6131epico foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/vamosf42/public_html/blog/wp-includes/functions.php on line 6131Nem sempre a Matriz GUT é a melhor solução na priorização de demandas e problemas. Existe uma alternativa, similar a GUT, desconhecida da maioria e pouco utilizada. Saiba mais sobre a Matriz IAT.
Muitas são as habilidades desejadas em um profissional de Liderança e Gestão e, sem dúvidas, tomar decisões está na lista top five de habilidades dos melhores profissionais.
De forma bem resumida, tomar uma decisão é: ser capaz de definir claramente um problema ou uma oportunidade e, através disso, criar planos de ações possíveis levando em consideração o custo-benefício de cada uma. Mas esse não é o nosso problema, o “X da questão” está em conseguir decidir por apenas uma das alternativas. Ou melhor, saber dizer não para muitas delas e dizer sim para apenas para a melhor.
Várias são as técnicas utilizadas para priorizar uma lista de possíveis alternativas ou iniciativas, como por exemplo a matriz GUT, a qual já é bem conhecida pela maioria, mas há outras que são adaptadas para a nossa nova realidade, tal como a matriz IAT. Quem atua com Planejamento, SWOT, Projetos e Gestão de forma geral, já teve em algum momento uma certa dificuldade para classificar uma alternativa/iniciativa tendo como base apenas a classificação das 3 dimensões da Matriz GUT (Gravidade, Urgência e Tendência), o que chega a ser confuso, já que, em muitos casos, dependendo da alternativa/iniciativa avaliada e por desconhecimento fazemos uma avaliação errada daquele item.
E não é difícil entender o porquê desse problema. Quando estudamos a origem da ferramenta vemos que a matriz GUT foi proposta na década de 80 por Charles H. Kepner e Benjamin B. Tregoe no livro “O novo Gerente Racional”, e tinha como propósito ajudar na resolução de problemas complexos das indústrias americanas e japonesas. Em sua essência a matriz GUT é uma ferramenta de qualidade utilizada para a priorização de tomada de decisões.

Entendo que a GUT é uma ótima ferramenta, muito aplicada e válida para os dias atuais, mas não se aplica em todos os casos de análise, principalmente na dinâmica de análise SWOT de um Planejamento Estratégico e nos casos de priorização de Portfólios de Projetos. Portanto, uma das alternativas nesse caso é utilizar a Matriz IAT (Intensidade, Aproveitamento e Tendência).
Veja o comparativo entre as duas:

As 3 dimensões da IAT são muito parecidas com as 3 dimensões da GUT, inclusive a última (tendência) é idêntica para ambas as matrizes. Por isso, use a Matriz GUT para problemas, fraquezas e ameaças, ou seja, tudo aquilo que impacta negativamente o seu negócio e utilize a Matriz IAT para forças, oportunidades e qualquer outra iniciativa com impacto positivo para o seu negócio.
Se você chegou até aqui e não sabe utilizar ou aplicar a matriz GUT no seu negócio, recomendo esse artigo: https://ferramentasdaqualidade.org/matriz-gut-matriz-de-priorizacao/, existem vários artigos na internet, mas esse vai explicar o que é a ferramenta e como aplica-lá de maneira prática no seu dia a dia, vale a leitura. Com isso, depois que aprender a utilizar a GUT, você apenas substitui os componentes para usar a Matriz IAT.
Agora, vamos falar um pouco sobre a origem da Matriz IAT. É extremamente difícil achar algum material sobre essa matriz na internet, ao contrário da GUT, que transborda conteúdo em uma breve pesquisa no Google. Isso explica a utilização em massa da GUT mesmo quando a avaliação não faz sentido, por se tratar de algo positivo e não negativo, relacionado ao negócio. Mas, mesmo nesse cenário escasso de informações, quero citar 2 exemplos que para mim são suficientes na utilização da Matriz IAT no meu dia a dia:
1º) o Software de Planejamento Estratégico Scopi (https://scopi.com.br/), bem conhecido das pequenas e médias empresas que se predispõe a elaborar um Planejamento Estratégico organizado e estruturado (empresas essas que são raras no nosso país), já utilizam, em sua classificação dos itens do SWOT, a matriz GUT e IAT, como podem conferir nos prints do sistema:


2º) No artigo “A importância da análise SWOT para um modelo de negócio” disponível no blog da Conube – Contabilidade Online (link: https://conube.com.br/blog/importancia-da-analise-swot/), o autor faz referência a uma classificação alternativa para os itens do SWOT. Mesmo o autor usando o termo “Importância” e não “Intensidade” em relação a Gravidade e não fazendo referência direta ao termo IAT, já nos dá uma ideia de que apenas a classificação GUT não é suficiente para abordar todos os aspectos de uma priorização de alternativas/iniciativas:

Bom pessoal, é isso. Sinta-se à vontade para criticar ou sugerir algum ajuste no tema.
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Todo gestor sabe o que é um plano de ação e entende sua importância para a organização e o alcance de melhores resultados em seu negócio. Mas será que você sabe exatamente como traçar e executar um bom plano de ação? Vem comigo entender a fundo e conhecer o passo a passo para isso.
Primeiramente, apenas para conceituar, um Plano de Ação é basicamente um documento que ajuda no planejamento do trabalho e é muito importante tanto para atingimento do resultado desejado quanto na resolução de problemas. Nele, encontram-se as atividades que serão executadas para que objetivo se concretize, incluindo os recursos físicos, monetários e humanos necessários para tal.
Seja em uma planilha eletrônica ou de papel mesmo, é importante que seu plano de ação também seja elaborado, desenvolvido e encerrado, seguindo as seguintes etapas: início > planejamento > execução >monitoramento> encerramento.
É o momento de reunir todas as informações possíveis sobre aquilo que se deseja traçar. Esse momento ajuda a definir adequadamente os prazos e custos necessários para executar as ações que levem à melhor concretização dos objetivos.
A base da estrutura do plano de ação, já que é nessa etapa onde são definidas as principais atividades e os recursos para executá-las. É nesse momento em que se elabora um cronograma, define-se a participação dos envolvidos e os custos necessários. Também é sempre importante elaborar planos de ação secundários, sempre considerando as exigências para realização das atividades, como risco, qualidade, recursos humanos, entre outros.
O momento de colocar as ações planejadas em prática. Não se esqueça de analisar a execução de cada uma das atividades, pois é nesta etapa onde visualizamos os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.
Lembre-se de elaborar estratégias para acompanhar a evolução do plano, bem como definir no cronograma em que momentos fará tal acompanhamento. Caso identifique um problema, liste-o, identifique as causas e atribua uma solução adequada. Se necessário, ajuste as etapas de seu projeto inicial, para garantir a sua eficácia.
No encerramento, reveja o plano de ação e transfira as informações para um documento que permita um acompanhamento adequado. Envie cópias com os relatórios e observações relevantes a todos envolvidos na execução do projeto. Não negligencie essa fase, pois ela é importante para uma implementação mais eficaz do seu planejamento.
Existem algumas opções de métodos para organizar e aplicar um plano de ação, mas o mais utilizado é o sistema 5W2H pois ele permite fazer um mapeamento mais preciso de todas as atividades. É um nome estranho, mas a ideia é até simples: o 5W seria equivalente em inglês às perguntas O quê? (What), Por quê? (Why), Onde? (Where), Quando? (When), Quem? (Who) da mesma forma que o 2H são as perguntas Como? (How) e Quanto? (How much).
Pensando a respeito e respondendo a estas questões você encontrará as formas de concretizar um plano de ação bem-sucedido e, consequentemente, aprimorará suas técnicas para uma gestão de resultados mais eficiente.
Grandes lideranças conhecidas basearam-se em planos de ação para atingir suas metas. Há até quem diga que o planejamento das grandes conquistas envolve cerca de dois terços do tempo total despendido para se atingir o objetivo. Portanto, não hesite em dedicar todo tempo e atenção necessários ao seu Plano de Ação.
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